Novo estudo relaciona dor no ombro à falta de força rotacional

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A dor no ombro em nadadores não está ligada apenas ao volume de treino ou à técnica isolada. Evidências científicas mostram que déficits de força rotacional do ombro, especialmente dos rotadores externos, estão diretamente associados ao aumento de sobrecarga, instabilidade articular e risco de lesões por uso repetitivo. Estudos indicam que o desequilíbrio entre rotadores internos e externos compromete o controle da cabeça do úmero durante a braçada, favorecendo processos inflamatórios e dor crônica no complexo do ombro (Beach et al., 1992; Hibberd et al., 2016). Além disso, pesquisas com nadadores competitivos demonstram que programas específicos de fortalecimento rotacional reduzem a incidência de dor e melhoram a eficiência mecânica da braçada (Manske et al., 2013; Tate et al., 2012). 👉 Ou seja: mobilidade sem força não sustenta a natação. O ombro do nadador precisa de força rotacional bem direcionada, integrada à técnica e ao volume de treino. 📚 Referências: Beach, M. L., Whitney, S. L., & Dickoff-Hoffman, S. A. (1992). Relationship of shoulder flexibility, strength, and endurance to shoulder pain in competitive swimmers. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy. Hibberd, E. E., Myers, J. B., & Oyama, S. (2016). Changes in shoulder range of motion and strength in collegiate swimmers. Journal of Athletic Training. Manske, R. C., Reiman, M. P., & Stovak, M. (2013). Nonoperative and operative management of shoulder injuries in swimmers. Sports Health. Tate, A., Turner, G. N., Knab, S. E., Jorgensen, C., & Strittmatter, A. (2012). Risk factors associated with shoulder pain and disability across the lifespan of competitive swimmers. Journal of Athletic Training.

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